Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

RECORTES - Exposição

  A cultura alimenta a alma! “Recortes” é o termo que deve reter na sua memória, uma exposição que une dois artistas nascidos em Lisboa, nas décadas de 50 e 60. Jú Pinto Bandeira, partilha a sua visão do mundo com “ Colagens do Eterno Feminino” e Gilberto Gaspar, agarra o tema “ E o Figurativismo Onírico”. A exposição “Recortes”, inaugurada sexta-feira, 25 de março, estará patente até dia 08 de abril, na sala Leocadia Boullosa da Juventude da Galiza - Centro Galego de Lisboa, R. Júlio de Andrade 3, 1150-206 Lisboa (Próximo ao Campo Mártires da Pátria). "Somos feitos de fragmentos, de instantes, de recortes que a memória guarda ou censura nos seus subterrâneos; e todos estes retalhos constituem o mosaico da existência de cada um; não somos o que fomos, mas somos o resultado do que fomos em cada momento, em cada episódio, em cada notícia da consciência" - -Luis Filipe Sarmento. @juventudedagaliza

“Era noite, caiu o dia” - Exposição

  “Era noite, caiu o dia”, Rui Pedro Jorge Galeria 111 - Lisboa Rui Pedro Jorge (Lisboa, 1987) é graduado em Artes Plásticas – Pintura, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e também estudou na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil.          Entre 2017 e 2021 viveu na cidade de Bucareste e o quotidiano de seus vizinhos serviu como inspiração para as obras em exposição .                                             Palco 2020-21 - 130 x 194,5 cm As vistas e paisagens nos fazem imaginar a vida por detrás das paredes. Quem viveu ou irá viver nos desabitados ambientes? Serei eu?                                             El nu aud dar pt vedea? 20...

Inquieta Ansiedade

  Museu Arpad Szenes-Vieira da Silva, Lisboa, patente até 08-05-2022. A exposição apresenta ao público, pela primeira vez, um conjunto de 60 obras de arte moderna e contemporânea, da coleção privada do médico e investigador Rui Victorino.                                                   Mário Eloy, 1930 "Inquieta ansiedade" é uma expressão utilizada por Diogo de  Macedo num texto de 1946, referindo-se ao percurso artístico de Mário Eloy, um dos artistas eletivos de Rui Victorino e dos mais representados na coleção.                                                             Amadeo de Souza-Cardoso, 1916 Quis-se valorizar as inquietações dos...

Caspar Friedrich e o romantismo alemão

Caspar David Friedrich, 1774-1840 Em 1817 o poeta sueco Per Daniel Atterbon visitou o pintor alemão Caspar David Friedrich, em Dresden. Passados trinta anos, escreveu as suas impressões sobre o artista. “Com uma lentidão meticulosa, aquela estranha figura colocava as suas pinceladas uma a uma sobre a tela, como se fosse um místico com seu pincel”.                                                  O viajante sobre o mar de névoa, 1818. As figuras místicas e os génios brilhantes foram os heróis do Romantismo. Jovens com expressões de entusiasmo ou com os olhos sonhadores, artistas que morriam ainda jovens na consciência melancólica do seu isolamento social povoavam as galerias de retratos por volta de 1800.                                    ...

Marilyn Monroe (Twenty Times), Andy Warhol, 1962

  -Análise da Obra   Com o tão conhecido rosto de Marilyn Monroe reduzido a números, a símbolos gráficos e campos cromáticos, Andy Warhol compôs faixas decorativas num sumptuoso fundo de ouro.       O artista parte da imagem da atriz tirada do cartaz do filme que confirmara a sua fama, Niagara , operando uma espécie de corte cirúrgico sobre a figura, logo abaixo do pescoço e no espaço à volta dos cabelos – com uma operação equivalente ao zoom cinematográfico – focando no rosto a atenção do espectador. No rosto, estão evidenciados e pesadamente marcados os famosos atributos de Marilyn – o louro platinado dos cabelos, a boca grande e vermelha – com cores saturadas e não naturais unidas ao verde ácido das sobrancelhas e, no lado direito do pescoço a pela que passa para tons lívidos, do cimento ao roxo. A obsessão da visão é completa: o rosto da atriz é aumentado e colocado ao centro do olhar, repetido em série, coberto de cores, excessivas e irreais. No ...

Agradecimento aos nossos visitantes

Está a findar mais um ano que passamos juntos. Quero agradecer a todos vocês que durante 2021 visitaram este blog e curtiram minhas publicações em Facebook. Como curiosidade deixo os links das notas aqui mais visitadas e apreciadas no ano que estamos a despedir. 1.o lugar - Botero, https://arteweek.blogspot.com/.../fernando-botero-estilo... 2.o lugar - Hopper, https://arteweek.blogspot.com/.../hopper-representacao-da... 3.o lugar - José Malhoa https://arteweek.blogspot.com/.../jose-malhoa-1855-1933... 4.o lugar - Kandinsky https://arteweek.blogspot.com/.../kandinsky-na-arte-nao... 5.o lugar - Vermeer https://arteweek.blogspot.com/.../vermeer-grande... Feliz 2022 e sigamos aprendendo juntos. Ana Regina Castro Corrales Ilustração: O Fado, de José Malhoa  

Paul Cézanne e o modernismo

  Paul Cézanne, (19 de Janeiro de 1839 - 22 de Outubro de 1906) foi um artista e pintor Pós-Impressionista francês cuja obra lançou as bases da transição da concepção artística do século XIX para um novo e radicalmente diferente mundo da arte no século XX.                    O lago de Annecy, 1896 A sua mãe, Anne Elisabeth Honorine Aubert (1814-1897), era "vivaz e romântica, mas rápida a ofender". Foi dela que Cézanne teve a sua concepção e visão de vida. Tinha também duas irmãs mais novas, Marie e Rose, com as quais ia todos os dias a uma escola primária. Aos dez anos, Cézanne entrou na escola São José em Aix. Em 1852, Cézanne entrou no Collège Bourbon em Aix (agora Collège Mignet), onde se tornou amigo de Émile Zola, que estava numa turma menos avançada, bem como de Baptistin Baille-três amigos que ficaram conhecidos como "Les Trois Inséparables" (Os Três Inseparáveis). Ficou lá durante seis anos, embora nos último...